sábado, 19 de junho de 2010

ADEUS, CASULO

No pé de cacau selvagem (veja), perto do portão


5 comentários:

Julianna Granjeia disse...

Lindas fotos!

Soad disse...

Asas ao tempo, liberdade
Luz do Universo,
quanta fragilidade!
asas sem tempo,
desvanecem som e cores
sabores e flores.

Rosangela Barros disse...

- Eis uma linda e perfeita imagem da Liberdade!...

E, uma Borboleta voa a cada beijo teu,
Nesta noite serei dona do céu...

Assim, partiu
Sem dizer-me o nome

E, no vôo da Borboleta,
Eu não sei quem me perdeu!...

luciahelena disse...

Altino,
Nem sempre comento em teu belo blog. Mas, acompanho as postagens feitas neste rico espaço, e super me informo sobre o que rola no Acre e na Amazônia.
Quero te dizer que te admiro muito como jornalista, e como pessoa, sempre ético, crítico, sagaz, não-tendencioso, seríssimo..., algo raro na grande imprensa ou na mídia em geral.
Lindas as fotos!
Gosto tb da beleza das imagens postadas e da estética do texto. Parabéns!!!
Abraços,
luciahelena

Soad disse...

Efêmero vôo, Rosa dona do céu,
borboletas partem ao amanhecer.
Em cada asa uma melodia,
a cada dia uma nova sintonia.

Borboletas sussurram segredos
de liberdades perdidas,
fascinam, enfeitiçam como beijos,
em rosas a cada anoitecer.