domingo, 24 de maio de 2009

FRONTEIRAS DO PROGRESSO

Morte e roubo marcaram viagem de negócios da comitiva do governador de Rondônia ao Peru; comitiva do governador do Acre seguiu hoje para Cusco

Saqueadores bolivianos roubaram um dos veículos que fazia parte da comitiva “Fronteiras do Progresso”, dirigida pelo governador de Rondônia Ivo Cassol (sem partido), que foi ao Peru em busca de novas oportunidades de negócios. Eles tomaram uma camionete Toyota, modelo SW4, na manhã deste sábado, a 30 quilômetros do município de Concepcion, na Bolívia, próximo à cabeceira de uma ponte de uma estrada de barro, quando a comitiva retornava para Rondônia.

O veículo estava no seguro e pertence ao empresário Olino Neri Zoche, de Vilhena (RO), que estava acompanhado do empresário Altair Curtz, de Porto Velho. Ambos não sofreram qualquer tipo de violência física e foram até o posto fiscal de Santa Rosa, próximo à fronteira do Brasil, ainda em território boliviano, para denunciar o ocorrido. Segundo o governo de Rondônia, testemunhas contaram que o veículo dos empresários seguia alguns metros à frente do comboio quando foi abordado por seis bandidos armados que os renderam.

Há duas semana, o governador Ivo Cassol (sem partido) liderou uma comitiva de político e empresário até o Peru. No primeiro dia de viagem, o chefe do Núcleo de Operações da Polícia Rodoviária Federal em Rondônia, Itamir Ferreira Marques, morreu no Acre depois de perder o controle da moto que pilotava como batedor.

No Peru, as autoridades sanitárias confiscaram 50 quilos de picanha que o governador levava para saborear com a comitiva. Cassol abandonou a comitiva e retornou para Porto Velho de avião.

Começa neste domingo, na cidade peruana de Cusco, a Semana da Amazônia, destinada a promover na região as rotas turísticas do Acre, Mato Grosso e Rondônia. Tendo como palco um dos maiores centros receptivos de turistas internacionais da América Latina, o evento em Cusco será marcado por atividades culturais e exposições de fotos sobre a diversidade natural, cultural e econômica do Acre.

Leia mais no Blog da Amazônia.

5 comentários:

eliomar m. disse...

Que os laços da integração precisa ser mais dinâmica para os comercios de Brasil e Peru e até à Bolivia, ninguém tem duvidads. Mais os governantes destes paises andinos precisam de um bom plano de combate aos furtos de veiculos em seus territorios para não verem náufragar todas as tentativas de aproximação comércial entre os três paises.

acreucho disse...

Bem, há alguns dias, quando da passagem da comitiva do Governador de Rondonia por aqui, eu disse em meu blog que a herança do Acre com a abertura desta rota seria: estradas esburacadas; violência; mais tráfico de drogas; roubo de carros; prostituição e outras mazelas. E não retiro nada do que disse. Quando salteadores andinos assaltam a comitiva de um governador, que inclusive tinha segurança policial, imaginem o que farão com turistas e caminhoneiros viajando sozinhos.

RodB disse...

acreucho, a estrada nem pela bolívia passa. a comitiva do cassol foi assaltada na bolívia!! opositores do governo no acre são malas por cauda disso. nem param pra pensar no que tão criticando. só querem falar mal e pronto, seja la do que for

Beliza disse...

Não podemos deixar de interpretar de maneira positiva essa interligação com os países vizinhos. É, sem dúvida nenhuma, um fator considerável de desenvolvimento econômico e cultural para o Acre. Essa interconexão rodoviária, principalmente, bem como a área, com a Bolívia e o Peru ampliará os laços culturais, turísticos e comerciais.
Quanto ao que ocorreu com a comitiva do governo de Rondônia não me parece ser um fato com sintomas apenas desse percurso. Quem atravessa a Avenida Brasil no Rio de Janeiro, São Paulo e demais rodovias brasileiras também pode se deparar com situações semelhantes ou até piores. Porque o espanto? Ou alguma “Bela Adormecida” ignora esses fatos! De bandidos seqüestrando carros com crianças, e pior ainda, a arrastaram como se fosse uma lata de lixo.
A prostituição infantil não acontece apenas nesse trajeto, infelizmente, acontece embaixo das luzes de neon da Avenida Atlântica no Rio, nas belas praias de Fortaleza, nas grandes metrópoles e no nosso querido Acre .Ou alguém ignora esse crime público?
Não há de se atribuir, a uma porta que se abre para o desenvolvimento da nossa região todos os problemas provenientes do descaso das políticas públicas no nosso País.
Também não podemos deixar de viver ou nascer porque é a condição natural de todo ser morrer!
Penso que os aspectos positivos, de toda conquista para o desenvolvimento social e humano devam ser ampliados;os negativos diagnosticados, debatidos, repensados e criticados.
O processo só não avança quando a lógica é contraditória.

Beliza disse...

Não podemos deixar de interpretar de maneira positiva essa interligação com os países vizinhos. É, sem dúvida nenhuma, um fator considerável de desenvolvimento econômico e cultural para o Acre. Essa interconexão rodoviária, principalmente, bem como a área, com a Bolívia e o Peru ampliará os laços culturais, turísticos e comerciais.
Quanto ao que ocorreu com a comitiva do governo de Rondônia não me parece ser um fato com sintomas apenas desse percurso. Quem atravessa a Avenida Brasil no Rio de Janeiro, São Paulo e demais rodovias brasileiras também pode se deparar com situações semelhantes ou até piores. Porque o espanto? Ou alguma “Bela Adormecida” ignora esses fatos! De bandidos seqüestrando carros com crianças, e pior ainda, a arrastaram como se fosse uma lata de lixo.
A prostituição infantil não acontece apenas nesse trajeto, infelizmente, acontece embaixo das luzes de neon da Avenida Atlântica no Rio, nas belas praias de Fortaleza, nas grandes metrópoles e no nosso querido Acre .Ou alguém ignora esse crime público?
Não há de se atribuir, a uma porta que se abre para o desenvolvimento da nossa região todos os problemas provenientes do descaso das políticas públicas no nosso País.
Também não podemos deixar de viver ou nascer porque é a condição natural de todo ser morrer!
Penso que os aspectos positivos, de toda conquista para o desenvolvimento social e humano devam ser ampliados;os negativos diagnosticados, debatidos, repensados e criticados.
O processo só não avança quando a lógica é contraditória.