terça-feira, 21 de novembro de 2006

A GAZETA SOB ATAQUES

O site do jornal A Gazeta voltou a ser invadido e, a partir da home, permanece inacessível na web para seus assinantes. Os invasores alteraram o texto de uma reportagem que tratava da primeira invasão, ocorrida na semana passada. Eles deixaram a seguinte mensagem:

- O site deste veículo de comunicação não foi invadido por hackers na última terça-feira. Apenas recebeu visita de pessoas que entendem bem de informática e que querem mostrar como é falho o sistema de proteção deste site.

Os invasores, que se declararam "não-piratas" da internet, disseram que tiveram acesso ao banco de dados do jornal, mas que não alteraram informação, modificando apenas para o inglês as manchetes.

Embora no primeiro ataque tenham chamado os colunistas sociais acreanos de "aboiolados", na última invasão negaram que tenham usado termos e expressões ofensivas às fontes e leitores. E acrescentaram:

- Foram encontradas fotos e arquivos pornográficos dentro de pastas de funcionários conceituados desta empresa.

Na semana passada, o diretor Sílvio Martinello solicitou ajuda à Polícia Federal na tentativa de identificar os invasores.

- Polícia Federal precisa, urgentemente, identificar o hacker ou hackers que andam invadindo os sites dos jornais e blogs. Atitudes como esta é o que se chama de "espírito de porco", além de criminosas, e não tem nenhuma graça - escreveu Martinello.

Quando o site foi restabelecido, a editora Marcela Barrozo afirmou que o jornal estava tomando providências para reforçar a segurança e evitar novas invasões.


Após invadir o site da Gazeta pela segunda vez os "não piratas" deixaram uma mesagem provocante:

- Caso precisarem (sic) de ajuda para reforçar este ou qualquer outro site desta empresa, vamos continuar nos comunicando pelo site, pois a porta de entrada continua aberta.

Assinantes podem clicar aqui para ler a reportagem adulterada pelos "não piratas".

4 comentários:

Fátima Almeida disse...

Tudo isso é lamentável. Mais ainda o fato de que não se faz jornal como antigamente apesar de todo empenho do nosso querido Jorge Viana.Jogaram fora as máquinas Olivetti e deu no que deu. Mas pior que tudo é não denunciarem o que o Maurício Lisboa está fazendo com a família da Lulu Caetano, pressionando, empurrando, até acusando-a de invasora...pior, o que ele está fazendo com o horto do MIlton Maia, o Careca que dedicou-se anos a fio a plantar árvores, a sonhar com um pulmãozinho do mundo dentro da cidade.Nenhum jornal registrou o feito do Careca e o crime ambiental do genro dele Maurício Lisboa. Lamento mas não pçosso ficar cega á toda essa pressão da especulação imobiliária derotando sempre as pessoas de boavontade. Fátima Almeida.

Ayuasqueiro cibernético disse...

Bem feito, quem mandou esse mediocre jornal inventar de restringir o acesso as matérias pelos internautas..

Valerio Gomes disse...

Nada a favor desses hackers. Deixei de ler a Gazeta deste que eles pediram meu número de CPF para que eu pudesse me tornar um assinante. Se o site não tem segurança, imagine onde pode esta informações pessoais dos assinantes agora. Exigir número de CPF para se tornar assinante é simplesmente um absurdo....

Luc disse...

"...máquinas olivetti..." caracas nem lembrava mais delas, elas se tornaram os dinossauros da comunicação.
Penso que quando uma empresa como um jornal por exemplo parte para o mundo virtual, principalmente quando ela se propõe a vender seu conteúdo na web, ela tem que se preocupar com o item vital chamado SEGURANÇA. Na internet ao se criar uma página eletrônica tem que haver a preocupação em protege-la de invasores.
As redes corporativas (empresas, governo, etc) devem ser monitoradas diariamente, 24 horas initerruptas.
Ao que parece o JAG ainda conta com o fator sorte porque o "invasor" está se propondo e vender seu peixe (SEGURANÇA)ao JAG, a internet tem isso, enquanto os diretores do JAG vêem tudo isso como ato criminoso, quem está de fora vê como um nixo de mercado, uma oportunidade de ganhar um contrato.