"Caro Altino
sou carioca, 43 anos, e moro em Rio Branco há quase 3 anos, desde que passei no concurso para professor da Universidade Federal do Acre.
Todos sabem que existe em Rio Branco uma única farmácia cadastrada no Programa "Aqui Tem Farmácia Popular", do Ministério da Saúde, a farmácia da rede Pague Menos da Av. Brasil, no centro da cidade.
Estive lá nesta quarta-feira (14) com minha receita para pegar de graça os remédios para diabetes e hipertensão, de meu uso contínuo.
O "encarregado", Sr. Elaisson, disse-me que nenhum dos remédios estava disponível no programa, mas que teria todos para venda.
Recusei-me a comprar e disse ao referido senhor que iria denunciá-lo ao programa, visto que a farmácia contraria o Artigo 44, inciso IX (deixar de expor as peças publicitárias que identifiquem o credenciamento ao programa).
Chegando em casa, antes de denunciar, telefonei para a loja dizendo que estava confirmando uma denúncia da falta dos medicamentos, para publicação em um Blog. Para minha surpresa, os medicamentos que não existiam uma hora e meia antes já estavam todos disponíveis.
Verificando na internet, em sites de reclamações de consumidores, constatei que o expediente é comum em lojas da rede em todo o país. Aqui em Rio Branco o problema é mais sério, porque não temos outras opções.
O truque da rede, pelo jeito, é o seguinte: os beneficiários do programa são geralmente idosos, e mesmo com dificuldades de locomoção, têm que ir à farmácia, pois os medicamentos não são entregues a terceiros. Depois que estão na farmácia, é muito difícil que saiam de mãos vazias.
Um abraço
Flavio Lofego Encarnação"
sou carioca, 43 anos, e moro em Rio Branco há quase 3 anos, desde que passei no concurso para professor da Universidade Federal do Acre.
Todos sabem que existe em Rio Branco uma única farmácia cadastrada no Programa "Aqui Tem Farmácia Popular", do Ministério da Saúde, a farmácia da rede Pague Menos da Av. Brasil, no centro da cidade.
Estive lá nesta quarta-feira (14) com minha receita para pegar de graça os remédios para diabetes e hipertensão, de meu uso contínuo.
O "encarregado", Sr. Elaisson, disse-me que nenhum dos remédios estava disponível no programa, mas que teria todos para venda.
Recusei-me a comprar e disse ao referido senhor que iria denunciá-lo ao programa, visto que a farmácia contraria o Artigo 44, inciso IX (deixar de expor as peças publicitárias que identifiquem o credenciamento ao programa).
Chegando em casa, antes de denunciar, telefonei para a loja dizendo que estava confirmando uma denúncia da falta dos medicamentos, para publicação em um Blog. Para minha surpresa, os medicamentos que não existiam uma hora e meia antes já estavam todos disponíveis.
Verificando na internet, em sites de reclamações de consumidores, constatei que o expediente é comum em lojas da rede em todo o país. Aqui em Rio Branco o problema é mais sério, porque não temos outras opções.
O truque da rede, pelo jeito, é o seguinte: os beneficiários do programa são geralmente idosos, e mesmo com dificuldades de locomoção, têm que ir à farmácia, pois os medicamentos não são entregues a terceiros. Depois que estão na farmácia, é muito difícil que saiam de mãos vazias.
Um abraço
Flavio Lofego Encarnação"





