sexta-feira, 8 de maio de 2009

MEGAOPERAÇÃO EM BOM FUTURO


Mais de 200 homens do Exército, Força Nacional de Segurança, Polícia Militar e da fiscalização do Ibama, convocados de diversas regiões do país, estão mobilizados para uma megaoperação de desintrusão da Floresta Nacional (Flona) de Bom Futuro, em Rondônia.

A operação será desencadeada a partir de segunda-feira e consiste basicamente em combate ao desmatamento, ao roubo de madeira e na notificação para retirada do gado da área. Os levantamentos realizados indicam a existência de 40 mil cabeças de gado criadas irregularmente na área da Flona.

Leia mais no Blog da Amazônia.

VENDA

CHICO TERRA

Blogueiro faz campanha para banda larga chegar ao Amapá


O Amapá é o único estado no país onde a população não dispõe de banda larga para acessar a internet. Como a maioria dos usuários se vale de internet discada, o blogueiro Chico Terra lançou uma campanha para resgatar o Estado do atraso tecnológico por meio de navegação na Internet com alta velocidade.

Terra está recolhendo assinaturas para combater o descaso das autoridades que "acorrentam o Amapá" ao atraso tecnológico.Quando completar 5.000 assinaturas, as mesmas serão enviada para as autoridades em Brasília.

- Se o Brasil, que cobra absurdos em impostos, pode emprestar dinheiro para o FMI salvar bancos estrangeiros, porque não pode dar inclusão digital ao Amapá? Mesmo que você não seja daqui, ajude que a causa é nobre - apela o jornalista amapaense.

Leia mais no Blog da Amazônia.

A CÉLULA

Kemis Viana


Mil perdões aos ecumênicos de plantão, pois talvez o que tenho para dizer aqui não seja das coisas mais agradáveis aos ouvidos dos novos cristãos superpops que vêm tomando conta do cenário. Desculpem-me, mas é que o desdobrar dos acontecimentos acabam por revelar novas facetas para situações até então inertes aos nossos olhos quase sempre inocentes e livres de malícia.

Já há pelo menos um ano que um curioso frenesi tem se formado quase em frente à minha casa, numa ruazinha de típica de um subúrbio riobranquense. A vizinhança aqui sempre foi tranquila, tirando os eventuais bafafás característicos de um lugar onde as residências foram construídas uma juntinha da outra, com uma cerca ou um muro entre elas. O fato é que numa escala crescente, aos poucos o burburinho e a barulheira foi se tornando uma constante nos fins de tarde e noites à fora da nossa ruazinha. Mas quem são estes misteriosos elementos que tanto incomodam a vizinhança, com suas correrias, gritarias e cantorias no meio da rua? Como diria minha mãe: Que furdunço é esse?

- Calma, mãe! É a célula!

A célula, pelo que entendi, do alto de meu restrito conhecimento religioso moderno, é uma espécie de círculo de fiéis, encabeçado por um representante da dita igreja, ao qual intitulam líder (de célula, imagino). O líder, tal qual um gerente de empresa de eletrodomésticos, tem a árdua tarefa de aumentar o lucro, digo! De arrebatar o máximo de gente, mesmo que seja um monte de cabeças-ocas (caso do meu bairro), para engrossar o caldo que compõe a bendita célula. Ou seja, bussiness to bussiness e o negócio tem que prosperar.

Sinceramente, não entro nem neste mérito de ética empresarial aplicada ao mundo religioso. Para mim, quem quiser investir seus dízimos ou rendimentos em prol de uma coisa que lhe proporcione algum benefício espiritual ou incremente sua fé, que o faça. Mas o cerne da questão aqui não é este. O problema está na indução que se esconde por trás desta cortina. Senão, vejamos.

Alguns meses atrás, nesta mesma célula, uma garota, de não mais que 13 anos, assídua frequentadora dos cultos, saiu grávida. O pai também é da célula, e o casal provavelmente concebeu a criança em um dos alegres happy hours que sempre ocorrem depois que a célula acaba, em algum cantinho escuro da rua (lembram da barulheira que falei no início do texto?). A criança já nasceu e passa bem. Pudera, foi entregue para adoção a uma família próxima. E a referida garota, ao que parece, já anda à procura de um novo bucho. Não falta a uma célula e nem tão pouco às brincadeirinhas de beira de cerca.

Quanto ao líder, bem, o líder construiu um belo sobrado de dois andares, onde por sinal são realizadas todas as barulhentas reuniões de célula, normalmente às quartas ou quintas-feiras, à noite. Além de incomodar a vizinhança com seus hinos xaropes e "zuadentos", sempre acompanhados em coro pelos jovens que frequentam o local, ainda serve de ponto de encontro para o alvoroço em que se converte a rua, após o fim da reunião.

E o líder, como age diante disso tudo? Assiste compassivamente a todo aquele "frejo", como se tivesse cumprido a maior de suas missões e ignorando que, por causa dele, a vizinhança está incomodada. Vez ou outra, para dar aquele apoio, aparece um outro boy do senhor, num carrão tunado, roda de liga-leve, maior pinta de play, e com o som nas últimas. Som gospel, é claro. Se junta aquela rodinha em torno do carro, do mesmo jeito que acontece no 14 Bis. Só que neste caso, o piseiro é golpel, não confundam!

Enfim, apreciável esta nova configuração de igreja, onde tudo continua torto do mesmo jeito, mas sob o pretexto muito conveniente de que está tudo sendo feito em "nome do senhor".

Glória, irmão!

Kemis Viana escreve no blog Cronicamente Inviável

quinta-feira, 7 de maio de 2009

PIOLHO DE COBRA


Levou uma facada mortal ao tentar atacar o blogueiro. Clique na imagem da centopéia.

A PARTIR DA REDE, NA VARANDA




Melhor clicar nas imagens

MULHERES EM RONDÔNIA

Elas ameaçam fechar quartéis da PM no Estado

Mulheres dos policiais militares de Rondônia ameaçam fechar os portões dos quartéis, como ocorreu no ano passado, caso o governador Ivo Cassol (sem partido) não conceda reajuste do soldo de seus maridos. O ultimato de 72 horas termina no final da tarde desta quinta-feira, mas o governador já mandou o recado de que os policiais não têm motivo para reclamar.

Há um ano, Cassol se reuniu com as mulheres para explicar as dificuldades e pedir prazo de um ano para concessão do reajuste. Segundo o governador, em abril foram adicionados ao soldo dos PMs 11.75% de reajuste.

- Tudo que foi combinado foi cumprido. Quem não cumpriu sua parte foi a Associação das Esposas e Familiares dos Policiais e Bombeiros Militares do Estado de Rondônia - disse Cassol.

De acordo com o governador, o que não foi acertado ainda com a PM é a parte que caberá à corporação quando houver o aumento linear de todos os servidores públicos.

Cassol revelou como dificuldade para atender aos policiais uma dívida do Instituto de Previdência do Estado de Rondônia com o Governo Federal no valor de R$ 52 milhões. Segundo ele, a dívida pode tornar Rondônia inadimplente e impedir que o Estado receba os recursos do PAC.

O governo pode adotar medidas drásticas para evitar o colapso de suas contas e manter em dia o pagamentos dos servidores públicos.

- Caso haja necessidade, os vencimentos dos secretários de Estado e de todos os servidores comissionados serão reduzidos em 30%. As gratificações, auxílios, bônu produtividade e outros benefícios extras também serão cortados. O momento é de união e não de baderna ou
politicagem - afirmou Cassol.

Leia mais no Blog da Amazônia.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

MPE AMEAÇA POLICIAIS

20 anos de cadeia para quem participou de manifestação contra o governador Binho Marques (PT)


O Ministério Público do Estado do Acre anunciou hoje a disposição de agir com rigor para que sejam punidos mais de 200 homens da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros que acamparam na segunda-feira em frente à casa onde funciona o escritório do governador Binho Marques (PT), no centro de Rio Branco (AC).

- Nós queremos a exclusão de todos eles dos quadros da Polícia Militar por crime de motim. Eles podem pegar até 20 anos de prisão cada um porque sitiaram o poder do Estado representado na figura do governador. Terão que responder por isso - afirmou procurador de Justiça, Sammy Barbosa Lopes, da Coordenadoria do Controle da Atividade Policial,

O MPE quer identificar os manifestantes a partir de imagens que já foram solicitadas a alguns veículos de comunicação. O governador, que chegou a ser impedido pelos manifestantes de sair do escritório em carro oficial, foi obrigado a deixar o prédio a pé quando necessitou se ausentar para participar de um compromisso.

Binho Marques chegou, ainda, a ser vaiado ao caminhar entre os militares e seus familiares, que instalaram mesas e banheiros químicos na rua, além de portarem faixas, cartazes e carros de som. Os militares queriam ser recebidos pelo governador para exigir melhorias salariais. Posteriormente, durante uma solenidade pública, Marques chamou os militares de baderneiros e prometeu punir os que infringiram o estatuto da corporação.

Leia mais no Blog da Amazônia.

ENCHENTE HISTÓRICA EM MANAUS

Mais de 20 mil famílias estão desabrigadas no Amazonas e 41 municípios em situação de emergência por conta do volume e força das águas dos rios Negro e Solimões. O número de desabrigados aumenta a cada dia, o ano letivo está comprometido na maioria das cidades e perdida metade da incipiente produção agrícola do Estado.

Nos últimos cinco dias, o nível do Rio Negro passou de 28,75m para 28,85m. Ele amanheceu hoje a 84 centímetros da maior cheia da história, ocorrida em 1953, quando o nível do rio atingiu 29,69m. Segundo alerta do Serviço Geológico do Brasil, Manaus enfrentará uma das maiores cheias de sua história. Se a enchente não superar a de 1953, deverá ficar entre as três maiores.

O acompanhamento da medida das águas do Rio Negro é feita no principal porto de Manaus desde 1902. Os cálculos nas últimas medições feitas pelo Serviço Geológico do Brasil, em parceria com a Agência Nacional das Águas e Sistema de Proteção da Amazônia, apontam que o Rio Negro vai permanecer com cota acima de 29 metros, que é considerada alta, só baixando no início de agosto. De acordo com um prognóstico técnico, existe 70% de chance da cheia deste ano ser maior do que a de 1953.

Leia mais no Blog da Amazônia.

terça-feira, 5 de maio de 2009

TIÃO DE NOVO VISUAL


Deu no Correio Braziliense:

"Ao contrário do que dizem as más línguas do Senado, o sumiço de Tião Viana (foto) nas últimas semanas nada tem a ver com descontrole na conta do celular cedido à filha ou a outro assunto desagradável. O petista se licenciou da Casa para receber um implante capilar para disfarçar a calvície. Tião retorna ao batente esta semana ostentando o renovado visual."

Na verdade quem mais necessita de implante capilar é o jornalista Aníbal Diniz, suplente de Tião Viana.

TADINHA DA ANA PAULA

Ando tão despreocupado com a "jornalista" Ana Paula Ribeiro, garota propaganda do PT e do "governo da floresta", que esqueci de acompanhar o andamento daquela reclamação cívil (leia) em que recorreu à Justiça para que seja retirada deste blog a reprodução das inconfidências que publicou no Twitter dela, pleiteando indenização de R$ 9,3 mil deste blogueiro.

Veja a decisão interlocutória da juíza Solange de Souza Fagundes, do 1º Juizado Especial Cível da Comarca de Rio Branco, exarada no dia 24 de abril. Diz a meritíssima:

"A foto e a matéria publicadas referem-se a imagem e a cópia de texto publicizados anteriormente pela própria reclamante.

Assim, nesse fase de cognição sumária, não verifico a ocorrência de violação do direito alegado pela reclamante, uma vez que a imagem e a matéria denotam, em tese, caráter meramente informativo. Demais disso, os cometários de terceiros postados referem-se a opiniões pessoais dos interessados, direito assegurado na Constituição Federal.

Razão disso, indefiro a pretensão liminar deduzida.

Aguarde-se à audiência designada."

SINAIS E ALERTAS

Marina Silva

Passará muito tempo até que esqueçamos o mês de abril de 2009 e sua imagem mais emblemática: pessoas de máscara nas ruas de cidades em todos os continentes. De um lado, o significado desse cuidado é óbvio, ligado à precaução contra um mal que não se sabe exatamente de onde pode vir. De um corrimão, de um aperto de mão, de um beijo. De outro, essa é também a imagem do desamparo e da perplexidade diante de nossa própria fragilidade. A onipotente presença humana no planeta vê-se, de repente, no seu real tamanho, ameaçada por um virus.

E no entanto, não se trata de filme de ficção, do gênero terror. E essa não é a primeira e nem a mais grave pandemia. A gripe de 1918, também conhecida como Gripe Espanhola (embora o primeiro caso tenha sido detectado nos Estados Unidos) matou mais de 20 milhões de pessoas, em uma conjuntura na qual os exércitos acantonados na Europa, ao final da Primeira Guerra Mundial, foram severamente atingidos.

Hoje, a despeito de nossa apreensão, a situação é bem outra. Um único alerta da Organização Mundial de Saúde e orientações de proteção atingem o mundo inteiro em tempo real. Certamente a alta conectividade em que vivemos, se facilita o trânsito do virus, também colabora para a minimização dos danos.

Mas há outros aspectos preocupantes que merecem nossa reflexão. Outra gripe de letalidade alta, a aviária, foi identificada pela primeira vez em 1900. Em 2005, um surto iniciado na Ásia, em Hong Kong, migrou para países do Ocidente. Naquele ano, a OMS adotou, basicamente, estratégia focada na identificação e isolamento da cepa pandêmica, seguida de uso massivo de antivirais. Segundo especialistas, esse tipo de estratégia é insuficiente. Novas cepas surgem a partir de recombinações de partes de vários virus, muitas vezes mais agressivas e resistentes.

Há mais de vinte anos a ciência demonstrou que se dois ou mais virus infectam um mesmo hospedeiro, o processo de replicação viral produz vírus recombinantes, muitos deles geneticamente diferentes dos que lhes deram origem. Assim, distintas mutações podem aparecer num mesmo vírus. Se a nova combinação genética proporcionar ao novo vírus mais agressividade, ele se dissemina rapidamente. É o caso da versão atual do Influenza A H1N1, detectada primeiramente no México. Os oito genes do vírus tem origem de versões que atacam o homem, as aves e os suínos. O mais impressionante é que os componentes genéticos tem origem na América, na Europa e na Ásia.

Parte significativa da comunidade científica e dos ambientalistas vem alertando sobre o papel das práticas do sistema produtivo como um dos vetores da mutação gripal. A criação de animais transformou-se nas últimas décadas em verdadeiras plantas industriais. Nos Estados Unidos são criados 65 milhões de porcos em 65 mil instalações. Pocilgas antigas foram substituidas por instalações gigantescas. Milhares de porcos aglomerados, com sistemas imunológicos debilitados, podem intercambiar e produzir bilhões ou trilhões de vírus recombinantes.

Para nos protegermos de situações como a que o mundo enfrenta nesse momento, entre as medidas importantes de defesa deve-se incluir o "parar para pensar". Sobretudo, para listarmos aquilo que contribui para nossa fragilidade, para além da transmissão da gripe propriamente dita. Em primeiro lugar, é preciso resistir à tentação de tomar medicamentos a torto e a direito porque essa atitude torna mais resistentes os virus e, portanto, alimenta a agressividade da ciranda virótica que parece se reproduzir a intervalos cada vez menores. Em segundo, é fundamental atentar para processos produtivos que podem estar contribuindo de forma perversa para aumentar nossa vulnerabilidade.

Não há, certamente, uma razão única para situações como a que vivemos hoje. Mas a verdade é que, quando tudo volta ao normal, esquecemos de questionar sistemas que tem o seu lado positivo, como é a produção de alimentos em larga escala, porém, trazem consequências que podem vir a ser extremamente danosas. Portanto, é imperativo repensar os sistemas produtivos. Tanto na agricultura quanto na criação e abate de animais em escala industrial vem-se verificando impactos negativos ao meio ambiente e à saúde humana de forma crescente e cada vez mais intensa. É tarefa urgente, do poder público e da sociedade, avançar no aprimoramento desses sistemas, não apenas do ponto de vista dos ganhos em produtividade, mas de modo a contribuir para a eliminação ou mitigação dos fatores de risco ambiental e à saúde humana.

Marina Silva é professora secundária de História, senadora pelo PT do Acre, ex-ministra do Meio Ambiente e colunista da Terra Magazine.

FIM DA MANIFESTAÇÃO

Policiais militares e bombeiros desfazem acampamento em frente ao escritório do governador Binho Marques


Mais de 200 homens da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Acre desfizeram nesta madrugada o acampamento que haviam montado na frente da casa onde funciona o escritório do governador Binho Marques (PT), no centro de Rio Branco (AC). Acompanhados de familiares, com faixas, cartazes e carro de som, os militares queriam ser recebidos pelo governador para exigir melhorias salariais.

O acampamento foi desmobilizado após o governo estadual ter prometido que vai conceder uma incorporação do risco de vida para os inativos, efetivar promoções pendentes desde agosto do ano passado, conceder gratificações aos bombeiros e abrir negociação salarial a partir da próxima segunda-feira.

Um dos pontos principais pontos da negociação continuara sendo a progressão horizontal. O aumento salarial dos militares se dá após 10 e 15 anos, quando um soldado, cujo salário-base é de R$ 600,00, obtém reajuste de R$ 86,00.

- Se o governo não nos atender, como fez em outras ocasiões, em breve a nossa manifestação será em todo o Acre - afirmou o major Wherles Rocha, que liderou a manifestação como vice-presidente da Associação dos Militares do Estado. A manifestação iniciada ontem envolvia apenas os militares que estavam de folga.

O bloqueio da Avenida Brasil deixou mais caótico o trânsito no centro da cidade. Inicialmente, os militares não cederam aos apelos do governo para desbloquear a passagem de veículos, especialmente os ônibus que trafegam em mão inglesa.

Os militares reivindicam, ainda, fardamento, armamento, carros, reforma e melhoria dos quartéis, implantação do banco de horas, além de isonomia com os agentes da Polícia Civil.



Veja o que dizia o major Rocha na tarde de ontem:

segunda-feira, 4 de maio de 2009

"FOGO ZERO" NO ACRE É POSSÍVEL

Fernando Melo

Acompanho pela imprensa o desenrolar da ação civil pública movida conjuntamente pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual, com o objetivo de extinguir o uso do fogo no Acre, a partir de 2011.

A última movimentação pública sobre o tema resultou da audiência de justificação convocada pela Justiça Federal para conhecer as razões das partes envolvidas. Não saiu acordo. O Governo do Acre, prefeituras e representantes de órgãos ambientais rejeitaram as condições propostas.

Leia o artigo completo do deputado Fernando Melo (PT-AC) no Blog da Amazônia.

BEIJA-FLOR


Este vem estar comigo na varanda várias vezes ao dia. Clique na imagem para vê-la ampliada.

LEISHMANIOSE


Tomei conhecimento da existência de pelo menos 10 casos de crianças e adultos com ferida braba (leishmaniose) aqui na Área de Proteção Ambiental Raimundo Irineu Serra, onde moro.

No final de semana, falei com o infectologista Eduardo Farias, vice-prefeito de Rio Branco, e o bairro foi visitado nesta manhã pelo pessoal da Vigilância Epidemiológica.

Clique aqui e saiba sobre o mosquito-palha, o inseto vetor da leishmaniose.

domingo, 3 de maio de 2009

DESFRUTANDO AÇAÍ


Observados a partir da varanda. Clique na imagem.

sábado, 2 de maio de 2009

CHARGE DO DIM

GOVERNO RECUSA "FOGO ZERO"

Terminou sem acordo a audiência de justificação convocada pela Justiça Federal para conhecer as razões das partes envolvidas na Ação Civil Pública movida pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual com o objetivo de extinguir o uso do fogo no Acre, a partir de 2011. A ação ajuizada no Estado é inédita na história jurídica brasileira e nela o MP exige que o poder público ofereça condições para que os trabalhadores rurais possam sobreviver sem fazer uso das queimadas.

O governo do Acre, prefeituras e representantes de órgãos ambientais não aceitaram as condições propostas pelo MP e optaram por dar continuidade à ação judicial. O MP chegou a formular uma proposta mais flexível, de acordo com sugestões apresentadas por representantes dos trabalhadores rurais. O MP incorporou, por exemplo, o período de transição de três anos para que houvesse a proibição total das queimadas.

A proibição ficaria condicionada à avaliação judicial, instruída a partir de audiências públicas realizadas nos municípios e desde que houvesse cumprimento das medidas de assistência técnica e material impostas, tal como sugerido pelos produtores rurais.

Leia mais no Blog da Amazônia.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

SAMUEL MOSTRA A COBRA


Meu trabalho hoje foi matar uma cobra que apareceu na varanda durante a chuva. Tive que executá-la a mando do Samuel.