segunda-feira, 10 de março de 2014

Jorge Viana em camarote do Sambódromo

Após a divulgação dessa foto nas redes sociais, o senador Jorge Viana (PT-AC) nunca mais vai abrir a boca para criticar tão duramente o ex-governador Flaviano Melo (PMDB) por ter se ausentado do Acre para passar o carnaval no Sambódromo, no Rio de Janeiro, enquanto o povo padecia por causa de enchentes dos rios da região. O senador aparece com o pecuarista e deputado Moreira Mendes (PSD)-RO e com Lúcio Arruda, diretor institucional da Energia Sustentável do Brasil, consórcio responsável pela construção Usina Hidrelétrica de Jirau no Rio Madeira, em Porto Velho (RO). Dizendo não acreditar que as hidrelétricas tenham a ver com a cheia do Madeira, recentemente Jorge Viana ocupou a tribuna do Senado para pedir que o governo federal investigue se as usinas estão tendo influência nos danos já causados à população dos dois Estados. Com que isenção senador, se vocês sambam bem juntinhos?

6 comentários:

Unknown disse...

Nem dá para comentar tamanho deboche!

Carlos Martel disse...

Altino, meu caro Altino, não sejas tolo!

Isso tudo faz parte da conspiração. O Senador, que provavelmente estava só de passagem pelo Rio de Janeiro naquele dia, apenas aproveitou o carnaval para se infiltrar entre os "algozes do Madeira" e obter informações privilegiadas acerca do impacto ambiental das usinas. É só mais um capítulo da novela "Salve Jorge"!

Eduardo disse...

E meu suado dinheirinho usado para pagar uma camiseta brega, de tão mal gosto...

Sara Daniela disse...

Pelo sorriso dos bacanas dá pra perceber que não estão com os pés molhados ou com os cacarecos na cabeça em razão da enchente. E como dizia um conhecido: quem bode rufa, quem nao pode bufa.

Leonardo Carneiro disse...

"A imprensa", dizia Rui Barbosa, "é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam. (...) O poder não é um antro: é um tablado. A autoridade não é uma capa, mas um farol. A política não é uma maçonaria, e sim uma liça. Queiram, ou não queiram, os que se consagraram à vida pública, até à sua vida particular deram paredes de vidro. Agrade, ou não agrade, as constituições que abraçaram o governo da Nação pela Nação têm por suprema esta norma: para a Nação não há segredos; na sua administração não se toleram escaninhos; no procedimento dos seus servidores não cabe mistério; e toda encoberta, sonegação ou reserva, em matéria de seus interesses, importa, nos homens públicos, traição ou deslealdade aos mais altos deveres do funcionário para com o cargo, do cidadão para com o país."

Carlos Floresta disse...

Enquanto Jorgito Buchuchu ri na Sapucaí, alguns vertem lágrimas aqui...