segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

CAFÉ NO MERCADO DO BOSQUE


O prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (PT), tomou café nesta segunda-feira (7) no Mercado do Bosque. Sempre muito midiático, nosso prefeito até parece continuar em campanha.

O Mercado do Bosque, seus comerciantes e clientes agradeceriam a realização de uma reforma no local. O prefeito prometeu reformar o espaço nos próximos quinze meses. A última reforma foi executada na gestão do então prefeito Flaviano Melo (PMDB) há mais de 10 anos.

Basta conferir o azulão do prédio.

4 comentários:

Aldo Nascimento disse...

O inicio sempre é assim. Não há nada de novo nisso. Novo seria radicalizar a participação popular no orçamento da prefeitura, o tal de orçamento participativo.

O PT não cria o novo em Rio Branco. Quero ver modernizar a administração publica, quero ver uma forma nova de gerenciar o dinheiro publico.

Fátima Almeida disse...

Disse tudo, Aldo.

Marcel Erick Fernandes Pedralino disse...

Café com as Baratas.
Depois de merecidas férias no Estado da Bahia, ainda na madrugada em que chegamos, eu e minha noiva fomos direto ao Mercado do Bosque tomar aquele café da manhã. O que era pra ser um saboroso café da manhã, onde mataríamos saudades daquela tapioca e daquele mingau de banana, tornou-se um verdadeiro desconforto. Não vou nem mencionar o impacto visual causado logo na chegada, isso já é de conhecimento de todo mundo, mas sim de certa comunidade que habita a “praça de alimentação” daquele local. Aproveitando-se da ausência de movimento nas bancas vazias, as incontáveis baratas tomavam conta das instalações. Entravam e saiam dos armários onde copos, pratos, talheres e alimentos são guardados, percorriam as pias, louças, utensílios utilizados na cozinha e ainda ensaiavam uma invasão ao espaço, onde sentados, tentávamos saborear uma tapioca com queijo. Minha noiva pediu ainda um mingau de banana, e eu um café com leite. Ao observar a senhora que nos servia, vi o momento em que ela abre o armário e pega uma xícara que NÃO estava emborcada dentro do armário. Foi então que ela olhou bem o fundo da xícara, nesse momento pensei: “acho que está olhando pra ver se não tem uma barata dentro”, foi quando em seguida ela enfia o nariz suado dentro da xícara e da aquela fungada, (nesse momento tive certeza de que o desígnio era verificar a presença ou mesmo o rastro de barata) e “nada” constatando continuou e serviu. O procedimento investigativo feito por ela foi repetido por mim logo que me deparei com aquela xícara fungada em minha frente. Confesso que senti um odor desagradável bem característico de uma barata que outrora dera um passeio pelo interior daquela xícara. Tomei um gole, desceu amargando goela abaixo, mas antes que eu pedisse a colher e o açúcar, vieram duas baratas desembestadas em modo de invasão em direção ao meu prato de tapioca, foi quando tive que retira-las do balcão na base do peteleco. Sabendo que o prefeito eleito “Marcus Alexandre”, “Marcus Alexandre Viana”, “Marcus Viana”, “Alexandre Viana” tomara seu café da manhã nesse mesmo mercado e com as mesmas baratas no dia anterior, questionei à senhora que me servia se as baratas também não tentaram intervir no café da manhã do prefeito. Ela sorrindo disse que ele disputou o café da manhã a tapas com as baratas e como solução imediata ao que ele mesmo constatou mandou lavar as paredes. Não houve outra saída. Minha noiva, que tem certa, mas muito certa fobia a baratas, recusou-se a continuar ali em meio a tanta sujeira, tanto descaso. Fomos embora, e o resultado da aventura foi uma conta mal paga e a descoberta de que água mata barata.

Marcel Erick Fernandes Pedralino disse...

Café com as Baratas.
Depois de merecidas férias no Estado da Bahia, ainda na madrugada em que chegamos, eu e minha noiva fomos direto ao Mercado do Bosque tomar aquele café da manhã. O que era pra ser um saboroso café da manhã, onde mataríamos saudades daquela tapioca e daquele mingau de banana, tornou-se um verdadeiro desconforto. Não vou nem mencionar o impacto visual causado logo na chegada, isso já é de conhecimento de todo mundo, mas sim de certa comunidade que habita a “praça de alimentação” daquele local. Aproveitando-se da ausência de movimento nas bancas vazias, as incontáveis baratas tomavam conta das instalações. Entravam e saiam dos armários onde copos, pratos, talheres e alimentos são guardados, percorriam as pias, louças, utensílios utilizados na cozinha e ainda ensaiavam uma invasão ao espaço, onde sentados, tentávamos saborear uma tapioca com queijo. Minha noiva pediu ainda um mingau de banana, e eu um café com leite. Ao observar a senhora que nos servia, vi o momento em que ela abre o armário e pega uma xícara que NÃO estava emborcada dentro do armário. Foi então que ela olhou bem o fundo da xícara, nesse momento pensei: “acho que está olhando pra ver se não tem uma barata dentro”, foi quando em seguida ela enfia o nariz suado dentro da xícara e da aquela fungada, (nesse momento tive certeza de que o desígnio era verificar a presença ou mesmo o rastro de barata) e “nada” constatando continuou e serviu. O procedimento investigativo feito por ela foi repetido por mim logo que me deparei com aquela xícara fungada em minha frente. Confesso que senti um odor desagradável bem característico de uma barata que outrora dera um passeio pelo interior daquela xícara. Tomei um gole, desceu amargando goela abaixo, mas antes que eu pedisse a colher e o açúcar, vieram duas baratas desembestadas em modo de invasão em direção ao meu prato de tapioca, foi quando tive que retira-las do balcão na base do peteleco. Sabendo que o prefeito eleito “Marcus Alexandre”, “Marcus Alexandre Viana”, “Marcus Viana”, “Alexandre Viana” tomara seu café da manhã nesse mesmo mercado e com as mesmas baratas no dia anterior, questionei à senhora que me servia se as baratas também não tentaram intervir no café da manhã do prefeito. Ela sorrindo disse que ele disputou o café da manhã a tapas com as baratas e como solução imediata ao que ele mesmo constatou mandou lavar as paredes. Não houve outra saída. Minha noiva, que tem certa, mas muito certa fobia a baratas, recusou-se a continuar ali em meio a tanta sujeira, tanto descaso. Fomos embora, e o resultado da aventura foi uma conta mal paga e a descoberta de que água mata barata.