terça-feira, 9 de julho de 2013

Tentativa de matar o mensageiro


Mensagem do professor e pesquisador da Universidade Federal do Acre, Irving Foster Brown:

"Oi Altino,

Tentei duas vezes fazer comentários no seu blog (8jul13), mas não consegui. Incompetência minha.

Queria lhe dizer que admiro muito você como profissional e como pessoa. Não concordo com todas as suas opiniões, mas em termos de jornalismo, você dá aulas de como fazer documentação competente. Quando li sobre estes ataques, lembrei que quando alguém não tem capacidade de debater as ideias, parte para uma tentativa de "matar o mensageiro". De uma certa maneira, os ataques são elogios para o seu trabalho, mas servem também como uma triste testemunha da ausência de ética e de bom senso desse pessoal. A falta de ética é compreensível, mas será que esse pessoal não sabe que ataques pessoais têm um efeito inverso? Suas reportagens agora tem mais credibilidade por causa destes ataques ad hominem.

Abraços,
Foster Brown"

3 comentários:

Neto Escócio disse...

Como Dizia o Coxinha conversando com o Doquinha...

“O Altino e uma Autarquia e um Caminhão carregado de investidores da TelexFree”

Terra disse...

Caro Altino:
Nem precisaria tornar pública minha admiração pelo teu trabalho. Nós sabemos as razões. Peço permissão ao
Foster, um dos mais qualificados e éticos cientistas do Acre, para também fazer minhas as palavras dele.
Sinta-se confortado e abraçado.
Alceu

Gleiciane disse...

Vendo você suportar tanta afronta envolto em digno silêncio, Altino, recordo-me do poema de Ernest Henley, que, dizem, foi o que fez Mandela suportar tantas injustiças na prisão:
"Noite à fora que me cobre
Negra como breu de ponta a ponta
Eu agradeço, a seja quais forem os Deuses
Por minha alma inconquistável.

Nas cruéis garras da circunstância
Eu não fiz cara feia ou sequer gritei.
Sob as pauladas da sorte
Minha cabeça está sangrenta, mas não abaixada.

Além desse lugar de raiva e lágrimas
É iminente o horror da escuridão
E ainda o avançar dos anos
Encontra, e deve encontrar, sem medo.

Não importa o quão estreito seja o portão,
O quão carregado com castigos esteja o pergaminho,
Eu sou o mestre do meu destino;
Eu sou o capitão da minha alma."