segunda-feira, 8 de abril de 2013

REVOLTA E IMPOTÊNCIA

O que você faria se a direção da escola colocasse para fora seu filho de 15 anos por ter chegado atrasado no horário de entrada?

Mais: o que você faria se, estando fora da escola, seu filho em seguida se tornasse vítima de um assalto a mão armada?

Não é ficção.

Tudo isso aconteceu na manhã desta segunda-feira com Luis, filho da jornalista Lamlid Nobre.


O garoto estuda no Meta e foi assaltado na esquina do colégio, após ser expulso por chegar atrasado.

- Estou pedindo a Deus a calma e a frieza necessárias para tomar as providências cabíveis. O meu sentimento é de revolta e impotência. Meu filho foi assaltado por dois da mesma faixa etária dele. Foi rendido com uma faca de mesa e levaram o celular dele - disse a jornalista, assessora do senador Anibal Diniz (PT-AC).

5 comentários:

ELSOUZA disse...

Relativamente a ação de indenização cabível à espécie há dois caminhos. O primeiro, seria a justiça comum cuja ação ordinária tramitaria por longos anos. Mas, se a jornalista genitora do aluno-vítima não for gananciosa, sugiro que busque seus direitos junto ao JUIZADO ESPECIAL CÍVEL. Ali, não há FORO PRIVILEGIADO e o rito é SUMÁRÍSSIMO, sendo a chamada VIA RÁPIDA. O detalhe é que a parte interessada sequer precisa de advogado. Mas, sou voto vencido e com a palavra os doutos operadores do direito.

O arroto disse...

É lamentável o que ocorreu. Mas as instituições devem ter alguma organização mínima para poder servir a todos. Quem chega atrasado atrapalha quem chegou no horário, isto é fato. No mundo civilizado a questão do atraso não seria se quer questionada. Agora quanto ao assalto, dizer o quê? É responsabilidade do estado garantir a segurança pública dos cidadãos. Não da escola! Como a escola pode ser responsabilizada pela ação cirminosa de terceiros fora de sua propriedade?

Raquel Maia disse...

Acorde seu filho mais cedo, ensine-o a ter responsabilidade evitando que ele fique na rua. É um bom começo.

Denis disse...

Li e senti até vergonha. Como se chegar atrasado aos lugares fosse o correto. A escola está certíssima em não tolerar tal prática, atém mesmo em respeito aos demais que se esforçam para cumprirem suas obrigações. Lamentável o assalto. Na próxima, talvez cheguem mais cedo.

ELSOUZA disse...

É certo que a segurança pública é dever do estado, mas também um direito e responsabilidade de todos. A esse respeito não vou entrar no mérito, pelo óbvio. Relativamente aos comentários desfavoráveis esclareço que não conheço a genitora do aluno-vítima e nem possuo procuração para defendê-la, mas digo que CHUTAR CACCHORRO MORTO é muito fácil.