quarta-feira, 24 de outubro de 2012

GENTE QUE FAZ FALTA


Meu amigo Rodrigo Almeida é o responsável por essa fotomontagem. Ele era guarda-mirim quando trabalhei na assessoria de comunicação do então prefeito de Rio Branco Jorge Viana.

Piu-Piu, como o apelidei à época, trabalha atualmente na Secretaria de Pequenos Negócios. É um dos mais ativos militantes do PT na rede social Facebook.


- Gente como você e Toinho Alves faz muita falta numa campanha- justificou Piu-Piu.

A foto foi tirada após uma entrevista concedida pelo então presidente Lula a um grupo de blogueiros. Pedi que Lula explicasse porque não é o cara no Acre.


Que os marqueteiros de Tião Bocalom não usem a entrevista.

 

2 comentários:

João Francisco disse...

"A biografia de Lula está sendo escrita por ele mesmo ─ os atos que a contaminaram, do mensalão à aliança pública com Paulo Maluf, um foragido da polícia internacional, são de sua exclusiva responsabilidade."

Unknown disse...

Essa reflexão que o Lula fala, é justamente a que os caciques do PT no Acre se furtam de pensar, ou melhor, de expressar. Pois, como velhas raposas têm esquadrinhados todos seus atos, porém assumir culpa e fragilidade, é que eles não podem externar. E até o fazem, como forma de manobra política, não com intuito de correção. Não querem parar a carroça e arrumar as abóboras, pois temem perder o controle e dar numa ribanceira. O que poderia ser danoso, ou não. Às vezes todos sobrevivem, e como também diz o ditado: o que não mata, fortalece. Entretanto, se não corrigimos os erros, fatalmente vamos colher os frutos da persistência desses erros. E esse não se colhe sozinho, não só o PT, a coligação frente popular, os gestores públicos, mas toda a população, que cada vez mais vê seu estado endividado, a concentração de renda, a corrupção generalizada, ocupação dos cargos por "estrangeiros", as obras de baixa qualidade, e o pior, a prepotência, a arrogância, a ditadura como tratam a população, os servidores e os militantes que ajudaram construir o que um dia foi um sonho. Somos desrespeitados, tratados com desdém, como escória, como inconvenientes, como pedra no sapato, que a todo custo de ser calada, ridicularizada, talvez cooptada, mas certamente posta sob o prisma da verdade absolutista dos Vianas. E aqui, compartilho trecho da canção, hino dos excluídos: Tá vendo aquele edifício moço? Ajudei a levantar, Foi um tempo de aflição, Eram quatro condução, Duas pra ir, duas pra voltar, Hoje depois dele pronto, Olho pra cima e fico tonto, Mas me chega um cidadão, E me diz desconfiado, tu tá aí admirado, Ou tá querendo roubar? Meu domingo tá perdido, Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber, E pra aumentar o meu tédio, Eu nem posso olhar pro prédio, Que eu ajudei a fazer...