terça-feira, 20 de setembro de 2011

A INTEROCEÂNICA ESTÁ PRONTA. E AGORA?

Vídeo de Maria Emília Coelho mostra efeitos desastrosos e o que pode vir pela frente

7 comentários:

Janu Schwab disse...

E o cartaz que diz: Por sentir miedo al 'desarrollo' que viene con Brasil! é belo um tapa na cara. Porto Velho e suas usinas são a prova disso. A grana vem. O tal do desenvolvimento (a qualquer custo) também. E trânsito caótico, violência urbana, aumento no número de adolescentes grávidas, inchaço da rede pública de saúde e blá, blá, blá, blá... É o velho "quando não é oito, é oitenta!"

Marcelo disse...

rodovias pra que? OS moradores do vale do Juruá não querem nem saber!
Tem povos q são iguais a lombrigas!
é isso que penso, mas deixo claro que respeito a opinião do outros!

Acreucho disse...

As rodovias são necessárias, mas, há que se estudar os reais impactos sociais e ambientais que elas trazem consigo. Há 30 anos, com a construção da BR364 de Porto Velho para Rio Branco, sofremos um impacto social enorme, sem contar o ambiental. Sempre repito isso: O povo do Juruá um dia vai lamentar a ligação do Juruá com Rio Branco e com o resto do Brasil. Assim como os peruanos temem o que vem do Brasil, nós também tememos o que vem de lá. Pelo que se vê, nós, do Acre e eles no Peru seremos apenas uma passagem para as riquezas que os outros estarão exportando ou importando, nosso lucro será ínfimo, à não ser em prostituição, drogas e violência.

Slackware disse...

Realmente, sofremos um impacto enorme com a construção da BR-364.

Deixamos de enfrentar mensalmente, filas enormes em frente à Fogás, para conseguir comprar um botijão de gás, já que, no inverno, uma carreta levava oito dias para vir de Porto Velho à Rio Branco. Isso, só para citar um dos exemplos.

Só que enfrentou e quem por vezes, fez essa viagem de carro, naquela época, é que sabe o quanto era sofrível, não um piolho de blog, que tenta de qualquer forma chamar atenção para sí e para o seu, mas que só dá fora, porque sempre posta asneiras, geralmente criticando um assunto que nada conhece.

Marcel Marques disse...

Eu acho que a interoceânica é uma oportunidade única para a real industrialização do Estado do Acre, não essa de faz de conta de hoje, só com marcenarias, fábricas de sal para gado, e etc., mas para isto, seria necessária infraestrutura, já que não temos suprimento de energia e água, por exemplo, suficientes para abastecer uma grande indústria. E visão, entender que nenhum grande empresário, instalaria ou traria para cá uma grande empresa a menos que fosse lucrativo, ou seja, fazer com que seja lucrativo, isentar impostos, doar terreno etc., como fez a Bahia com a FORD (Já estou esperando as pedradas, afinal apesar de todos os avanços em diminuição de danos ao meio ambiente, algo assim deixaria em ‘xilique’ os ambientalistas locais.), o que acarretaria um grande aquecimento no comércio local, geração de emprego e maior qualidade de vida para os acreanos. A outra opção é ser uma vila de beira de estrada para descanso e alimentação de caminhoneiros.

Acreucho disse...

Slackware se por acaso você estiver se referindo a mim, asseguro-lhe que tenho larga experiência no que concerne à BR364, "naquele" tempo eu era viajante e percorria o trecho até Porto Velho seguidamente e passei muito aperreio na estrada. Quanto à falta de gás, na minha casa não faltava, porque quando tinha na revenda comprava logo uns quatro botijões pra me precaver. Quanto ao meu Blog não estou preocupado com a sua opinião, que vejo por sinal, não ser nenhuma, além de se esconder no anonimato não fala coisa com coisa. Meu Blog deve mesmo ser "ruim", prova disso é que todos os sites de notícias colocaram links dele. Deixa de ser idiota!

Beber e brigar esse é o lema disse...

Esse 'pequeno descuido' do estado em não consultar "TODA A POPULAÇÃO" existe em todos os lugares. Aqui na região sul do Brasil não é diferente. Executam obras em cima de projetos de 20, 30, 40 anos.
Políticos dançando e bailando com o dinheiro do povo...

Parabéns pelo blog! Está de parabéns!
Abraços. Roberto Moraes.
Maringá/Paraná.