segunda-feira, 4 de julho de 2011

OBRA DO GOVERNO DO ACRE









3 comentários:

Roberto Feres disse...

Continha rápida:
Para fazer 80 lotes mais 80 casas (placa da esquerda) custa R$ 4.267.444,69.
Para fazer só as 80 casas (placa da direita) custa R$ 1.833.750,70.
Portanto a infraestrutura dos terrenos sai por R$ 2.433.693,99, ou seja R$ 30.421,17 cada uma.
Se for realmente o que custa para construir um lote de 10x25, com toda a infraestrutura exigida, sem subsidio e impossível atende a oferta para a população de rendas baixa e media.
Loteamento particular com saneamento e pavimentação e coisa só para rico mesmo.

Acreucho disse...

Bem, se um cubiculo desses que o governo está construindo custar 50 mil, quanto custam as mansões deles? É um absurdo, me disse um construtor amigo que uma casinha dessas de alvenaria, pra quem constrói "as centenas", comprando material no atacado, faz com uns 7 ou 8 mil se desperdiçar um pouco. Se a infraestrutura custa o que está na placa, é por causa do roubo. Terceirizou, tem desvio, tem comissão, tem superfaturamento. Se a Prefeitura fizer, o custo é muito menor. Vamos esbanjar, que esta casa custe 10 mil, uma infraestrutura de mais de 30 mil é pensar que agente é besta.

cplauto disse...

Até onde sei não há, um, um loteamento em Rio Branco, para rico com infraestrutura de saneamento e pavimentação, concluído pelo loteador e formalmente entregue ao município.
A questão vai além da necessidade, não deveríamos aceitar a construção destes empreendimentos na borda da cidade, com a alegação de que estas áreas são mais baratas e na contramão ter que levar infraestrura de saneamento, pavimentação, transporte público, serviços de saúde, segurança e equipamentos urbanos. Estes guetos, bolsões de pobreza que o poder público está promovendo é que os torna inviáveis, o custo Brasil. A falta de planejamento urbano, da aplicação de instrumentos jurídicos, econômicos capazes de acabar com a especulação imobiliária das áreas centrais, que estão nas mãos de meia dúzia de amigos do poder. Soluções antigas para problemas antigos. Não há novidade.